
de olhos postos em ti, serei o teu conselheiro..."
Fácil é dizer:
Difícil é ter a confiança para fazê-la
(*) Citado por Henri Le Boursicaud


Em vão coloquei a minha esperança na rectidão dos homens 
Em nome da Alice, a Iris, uma das suas cinco filhas, diz:
"A Morte não é nada afinal. Fui apenas para outro lado. O que quer que fôssemos antes, ainda o somos. Chama-me pelo meu nome da maneira fácil como sempre o fizeste. Não mudes de tom, nem fales com ar de solenidade ou mágoa. Sorri, como sempre sorrimos como o mais pequeno raio de sol. Continua o teu Caminho, pensa em mim, reza por mim. Deixa o meu nome continuar a ser essa palavra familiar que sempre foi, deixa-o ser dito normalmente sem sombras de tristeza pairando.
A Vida significa tudo aquilo que sempre significou. É o que sempre foi, uma inquebrável continuidade. Porquê estar longe do coração se estou apenas longe da vista? Estou à tua espera, à espera da nossa eternidade, que está cada vez mais próxima e nós não damos conta.
Tudo está bem. Até breve."
Conheci-os numa equipa de CPM.
Eram um casal de (eternos) namorados.
Talvez o casal mais 'namorados' que já conheci.
Contavam a história dos 'belhetinhos' do seu namoro.
Como casal,
o seu namoro não precisava de ser contado: Via-se!
A Esteva (Cistus ladanifer L.) é a planta mais abundante na Serra Algarvia, sobretudo nos solos pobres e muito pobres, não calcários. É um arbusto que chega a atingir dois metros de altura ou mais. Muito resistente a temperaturas extremas e a longos períodos de seca, é considerada uma planta pirófila (piros=fogo + filos = amigo), (se a palavra não existia passou a existir), porque, depois de um incêndio, a seguir às primeiras chuvas é das primeiras a germinar, cobrindo o solo com um denso tapete de pequenas plantas verdes e assegurando a ocupação de todo o espaço.
abundantemente na Primavera. As suas flores, de um branco neve, modificam o tom da paisagem serrana. As pétalas, cinco, têm na base uma pinta de cor 'vermelho-tinto', mas também as há totalmente brancas. As de cor púrpura, são usadas em jardins.
Foi a maior separação das raízes a que já assisti. Casa que marcou a geração dos pais, dos filhos e dos netos e de muitos outros amigos e conhecidos que por lá passaram.
A Casa:
A cozinha, os quartos, a casa de fora, o celeiro, o alpendre, o palheiro, o forno, o poço, a eira, ... e, sobretudo, a sua localização!
Mesmo vista de longe, continuará a ter muito de nosso!
A SER NOSSA!
demonstrada. Se Tomé viu, não acreditava: Tinha a certeza!

tirar a cortiça em toda a extensão que tenha essa grossura. A primeira cortiça que se tira é chamada 'virgem' e tem pouco valor económico. Tirar a primeira vez a cortiça diz-se 'amansar o sobreiro'. Ao fim de nove anos, geralmente, pode tirar-se de novo a cortiça, esta chama-se 'mansa' e tem um valor apreciável.








O exercício da minha Liberdade coloca o meu ser em interferência com o que me rodeia: as coisas, os Outros e Deus.
É pela inteligência que reconheço a minha Liberdade e é pela inteligência que ela deve ser conduzida. A Liberdade integra a dignidade da pessoa. O exercício da Liberdade tem em vista o bem da pessoa, e do que a rodeia. Quando nos deixamos dominar por um impulso não controlado pela Liberdade consciente, perdemos no uso da nossa Liberdade.
A Liberdade tem em vista o Bem próprio, em equilíbrio com o Bem dos Outros.
A Santidade a que somos chamados por Deus, está relacionada com o melhor uso que fazemos da nossa Liberdade.
"Saibam que todas as vezes que fizeram ...,
foi a mim que o fizeram. "(Mt.25,40)




Em cada manhã há um convite à vida.
A luz dá inicio a um novo dia.
Em cada gota de orvalho há um raio de esperança.
E há laços que se propõem.
Cada dia é um dia ou se aproveita ou se perde.