quinta-feira, 15 de abril de 2010
Pois é: 61 já Foram.
sexta-feira, 8 de maio de 2009
Aposentação
que recebi a comunicação
do despacho da minha aposentação.
Já está.
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
As Saudades que vou ter
Quelfes ao fundo
E o Serro de São Miguel recortado à esquerda
Esta paisagem banhada pelo sol
As estufas e o casario...
Mas sobretudo o verde e a luz...
O mar, à direita, é pouco mais que uma linha no horizonte
Uma linha de azul escuro, a fazer o contraste.
Na frente as árvores da Quinta
e ao lado o Colégio do Alto.
E este azul do céu...
E a passarada: os pombos, as rolas,...
Foi aqui que vi, pela primeira vez,
os papagaios de gravata vermelha...
As cegonhas que planam sobre as correntes de ar quente
para ganhar altura... os bandos aquando da migração...
A chegada das andorinhas... eu vou ter saudades!
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
Hoje Assinei o Pedido de Aposentação
Com 36 anos de descontos (33 + 3 de serviço militar, de trabalho mais de 45) e com quase 60 de idade... digo adeus a uma situação onde, através do meu trabalho, procurei sentir-me realizado na sociedade e colaborar no seu crescimento e aperfeiçoamento, e realização das pessoas que me rodeiam.
Saiu com saudades das pessoas, mas com a pressão, a angústia e o desgaste da injustiça, da opressão e da prepotência levadas perto do limite da resistência humana.
Há uma tristeza em sentir que a minha vida útil está a chegar ao fim.
Há um mundo desconhecido, novo, que se anuncia.
Há uma esperança , ainda, de realização, de utilidade num resto de anos que por certo ainda me esperam.
Há um desejo de uma nova forma de viver, de fazer, de realizar sei lá o quê...!
E há um querer descobrir novas formas de amar, de crescer, de viver,... de ser feliz!!!
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
DEUS e a minha Liberdade...!?
EU sou o sujeito que opta entre as possíveis alternativas...
Optar é um exercício da minha Vontade
ao ponderar e escolher entre as diversas pulsões e circuntâncias...
A Consciência analisa as consequências da opção,
revaloriza as pulsões, corrige e aperfeiçoa a Vontade...!!!
A Consciência é a porta através da qual Deus se dá a conhecer
na Sua essência: AMOR!
Só por elas, a Liberdade e a Vontade
não se importam de se transformarem
em suportes da Vaidade e do Egoísmo...!
Quando rezamos 'Pai nosso...' dirigimo-nos ao Criador!
Santificado seja...
Venha o Vosso Reino...
Seja feita a Vossa Vontade...
É a expressão do nosso desejo de optarmos pelo Amor
que há-de dar sentido à nossa Liberdade
de nos realizarmos totalmente como Pessoas!
Deus não se impõe,
apenas Se propõe!!!
terça-feira, 18 de novembro de 2008
A Curiosidade ... E o Salto para a Alegria de Viver!!!
Jesus entrou em Jericó e ... Havia lá um homem rico chamado Zaqueu, chefe de cobradores de impostos. Queria ver quem era Jesus ... Correu ... subiu a uma figueira ...
Jesus disse-lhe: "Zaqueu, desce depressa, porque hoje preciso de ficar em tua casa." Ele desceu imediatamente e recebeu Jesus com alegria.
...começaram todos a criticar...
Então Zaqueu pôs-se de pé e falou assim: "Escuta-me, Senhor! Vou dar aos pobres metade... e às pessoas a quem prejudiquei vou dar-lhes quatro vezes mais."
Jesus então declarou: "Hoje entrou a salvação nesta casa... Na verdade, o Filho do Homem veio buscar e salvar..."
A curiosidade de Zaqueu e a subida à árvore, foi o suficiente para a proposta de uma Nova Forma de Viver.
Cristo intitula-se apenas 'o Filho do Homem'... O que era evidente!
'Filho de Deus' é uma proposta de descoberta:
N'Ele e em cada um de nós!!!
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
Windsurf: Fim de Semana Radical
Neste fim de semana, eu, a Marta e o Vladimir
fomos aprender Windsurf,
no Clube Náutico, na Ilha de Faro.
Para quem não sabe, o windsurf é um desporto
em que o ser humano tenta desafiar as leis da física
e alguns elememtos da natureza.
Tenta, mesmo que não consiga!
Primeiro é preciso arranjar o material:
Uma prancha com patilhão;
Um mastro com pé de mastro;
Uma vela com retranca, cabos de içar e de tensão
e... tá no ir!
Para quem não sabe, o pé de mastro
é maleável para todos os lados, mas fixa-o à prancha
de modo que, só por ele, não pára de pé.
Mas já lá vamos...!
A retranca é montada à volta da vela
e é fixa ao mastro: parece um círculo esborrachado!
Para quem não sabe a acção passa-se dentro de água
que é um elemento da natureza
onde a gente procura andar com a cabeça de fora, para respirar,
o que nem sempre é fácil.
Bem, como sabem, a prancha não é um barco,
faz lembrar mais uma língua de sogra muito grande,
é bastante espalmada e flutua ao de cima da água.
O truque começa por subir para a prancha dentro de água:
A prancha, quando se sente agarrada, deita-se de lado
e despeja com facilidade o intruso.
Depois de algumas tentativas descobrimos que,
se subirmos do lado contrário à vela,
conseguimos pôr-lhe a barriga em cima,
o que, no meu caso, foi já uma vitória... mas
com 90 kg em cima a prancha já não bóia tanto
e não perde uma oportunidade de nos pôr novamente de molho.
A magana parece que faz de propósito:
enclina-se para o lado, despeja-nos sem cerimónia
e faz questão de se afastar, para nós termos que ir atrás dela.
Bem, quando a gente consegue pôr-se em cima dela
então o desafio seguinte é pormo-nos de pé, ... mas
quando a gente menos espera, ela dá assim dois balancinhos
e escapa-se debaixo dos pés em menos de nada
e o que se ouve a seguir é um splach...
de quem cai desamparado de costas...!
Até as gaivotas fogem...!!!
Quem conseguir ficar de pé, o desafio seguinte
é pegar no cabo de içar e tirar o mastro com a vela e a retranca para fora da água.
Como já perceberam a prancha continua a fazer das suas
para se ver livre do peso e...
despacha-se bem e depressa a aliviar a carga!!!
Quando conseguimos tirar a vela da água e pô-la de pé...
vitória das vitórias...!
Aí entra em acção um novo elemento: O Vento !!!
Esse, com uma assopradela, obriga-nos a recomeçar tudo de novo.
Bem:
A água abana, abana.
A prancha enclina, enclina.
A vela pucha, pucha.
O vento assopra, assopra.
A gente treme, treme.
Conclusão:
Não há nada que fique parado, nem seguro!!!
Podem crer:
Equilibrar-se na prancha...
Segurar na vela e aguentar o vento
dá cá uma sensação R A D I C A L !!!
Quem é que quer entrar numa 'vaquinha'
para comprar o material para experimentar lá na Barragem ???
Eu alinho!!!
Vamos nessa?!!!
sexta-feira, 17 de outubro de 2008
O Medo
Dentro de cada um, o medo arranja todas as razões
e desculpas para nos bloquear.
O medo é capaz de nos vergar perante Deus, perante os homens, perante as coisas, perante nós próprios.
Era bom que apenas tivessemos medo de ter medo.
sexta-feira, 18 de julho de 2008
terça-feira, 24 de junho de 2008
A Marta e o Vladimir

segunda-feira, 17 de março de 2008
Faz hoje um Ano!

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008
O que Deus dá
O que Deus nos dá é para que, cada um,
o ponha ao serviço dos outros, do bem comum!
Quem tem muito e o partilha,
mais rico fica!
Quem 'calcula' o pouco que tem e o guarda só para si,
até o pouco que tem acaba por se perder.
A Irmã Teresa de Calcutá dizia que:
Tudo o que não se dá, perde-se!
segunda-feira, 28 de janeiro de 2008
Ciclos da Natureza

quinta-feira, 27 de dezembro de 2007
Bom Ano de 2008
quinta-feira, 27 de setembro de 2007
Aceitar e tornar minha a Tua Vontade
quinta-feira, 13 de setembro de 2007
Ventilador Solar
Era um sonho, um projecto!
Na base da chaminé, no lado virado a Sul, junto às telhas, há dois respiradores das casas de banho.
Como não tinham grelha, quando chovia, a água que escorria na chaminé chegava às casas de banho. Era preciso evitar a entrada da chuva.
O Carlos tinha-me dado uma célula fotovoltáica, com cerca de 10 x 30 cm, que produz 12 Voltes com a luz Solar. Comprei uma ventoínha de ventilação das fontes de alimentação dos computadores, (trabalham a 12 V) e tem 12 x 12 cm.
Ensaiei-a com a célula fotovoltáica: Funcionava!
Cortei a caixa de um computador antigo, em 'L', tapei os topos e fiz uma abertura para a ventoínha.
Este conjunto acenta na parede da chaminé, cobrindo os respiradores. Vedei em volta com selicone.
Por cima, uma outra chapa em 'L' cobre o conjunto da ventoínha e suporta o painel solar.
Dois parafusos fixam o sistema à chaminé.
Protegi o painel com uma película de plástico rígido.
Está a funcionar!
Agora, quando há Sol,
o ar das casas de banho é renovado automaticamente!
terça-feira, 7 de agosto de 2007
A Dignidade da Pessoa
As ideias que ultimamente tenho 'esprimido' e que têm deitado algum sumo são:
As Instituições (tal como as máquinas) são feitas pelas Pessoas.
As Pessoas são mais importantes que as Instiuições: As Instituições estão ao serviço das Pessoas (tal como as máquinas) e quando as Instituições escravizam as Pessoas ou se servem delas escravizando-as, estão a fazer o contrário daquilo para que foram feitas!
Em certos casos, algumas pessoas saiem em defesa de instituições, mas estas, tal como as máquinas, os cilindros, por exemplo, podem esmagar o operário e até o seu condutor.
quinta-feira, 2 de agosto de 2007
Hoje é o 1º Dia do Resto da minha Vida
Em vão coloquei a minha esperança na rectidão dos homens sexta-feira, 20 de julho de 2007
A Alice e o Arnaldo
Na despedida o Arnaldo disse-lhe:
"Que a estrada se erga para te encontrar.
Que o vento corra sempre de feição.
Que o sol quente brilhe sempre sobre a tua face e a chuva caia suavemente sobre os teus campos.
E que Deus te tenha na palma da Sua mão até nos encontrarmos de novo".

Em nome da Alice, a Iris, uma das suas cinco filhas, diz:
"A Morte não é nada afinal. Fui apenas para outro lado. O que quer que fôssemos antes, ainda o somos. Chama-me pelo meu nome da maneira fácil como sempre o fizeste. Não mudes de tom, nem fales com ar de solenidade ou mágoa. Sorri, como sempre sorrimos como o mais pequeno raio de sol. Continua o teu Caminho, pensa em mim, reza por mim. Deixa o meu nome continuar a ser essa palavra familiar que sempre foi, deixa-o ser dito normalmente sem sombras de tristeza pairando.
A Vida significa tudo aquilo que sempre significou. É o que sempre foi, uma inquebrável continuidade. Porquê estar longe do coração se estou apenas longe da vista? Estou à tua espera, à espera da nossa eternidade, que está cada vez mais próxima e nós não damos conta.
Tudo está bem. Até breve."
Conheci-os numa equipa de CPM.
Eram um casal de (eternos) namorados.
Talvez o casal mais 'namorados' que já conheci.
Contavam a história dos 'belhetinhos' do seu namoro.
Como casal,
o seu namoro não precisava de ser contado: Via-se!




O cair da tarde.
E o calor da noite.