
terça-feira, 26 de junho de 2007
Um Triturador de Casca de Pinheiro

quarta-feira, 20 de junho de 2007
Dois Ro(a)lamentos: Uma (AF)Lição
Isso custa-te meia dúzia de euros e é fácil de mudar, disse. Foi coisa que nunca fiz, respondi. É fácil tiras aquele freio da porca, tiras a porca, a roda sai e trocas os rolamentos... insistiu!
Bem, ontem fui à Opel comprar os ditos rolamentos e a tampinha; Foi a 1ª surpresa: para 90 euros faltaram 22 cêntimos. Telefonei ao Isidro: Tinha que desabafar com alguém!
Depois do lanche, meti mãos à obra: Tirei o macaco. Levantei a roda de trás. Tirei o roda. Tirei o freio da porca e desenrosquei-a. Limpei-os. Ficou uma anilha com travamento, tirei-a e limpei-a. A seguir estava um rolamento: como era cónico foi fácil sair. Limpei-o. E agora? Do outro lado haveria outro. Como o carro estava travado com o travão de mão, o tambor nem se mexia! Calcei as outras rodas e destravei o carro. O tambor já rodava, mas não saía porque os calços do travão puxavam-no de novo para dentro. Fui sacudindo até que saiu. Limpei-o. No interior havia muita massa consistente. A massa consistente não pode tocar nos calços nem no local onde estes travam. Tirei o retentor de borracha e o rolamento. Foi fácil! Limpei-os.
Desembalei os rolamentos novos, mas estes eram diferentes: tinham por fora um cilindro cónico. Pois era: Só tinha saído a parte interna dos rolamentos, os cilindros estavam lá dentro. E agora? Eu não tinha saca-rolamentos e a aventura iria ficar por ali!
O carro metia dó com uma pata no ar!
Descobri, no meio da massa consistente, que havia uma ranhura onde se fixava o saca-rolamentos. Experimentei a bater com a ponta da chave de fendas. Nada! Experimentei a bater com a chave inglesa na chave de fendas e pareceu-me que começou a sair. Apoiei a peça e fui-lhe dando até que uma saiu. A outra também!
E agora como é que metia as novas? Se as amolgasse estragaria os rolamentos novos. A peça era muito justa e só entraria à força. Descobri que assentando o cilindro velho no novo podia bater no velho e obrigar o novo a entrar. Entrou! Entraram!

Meti o rolamento de dentro e antes de colocar o retentor cobri-o de massa consistente. Coloquei o tambor. Enchi o interior de massa consistente. Coloquei o rolamento de fora, a anilha, a porca e o freio. Enchi a tampinha com massa e encaixei-a. Com o cilindro do rolamento velho apoiado na tampinha fui batendo até entrar...
CONSEGUI...!
Ingredientes:
Peças: Dois rolamentos cónicos; um retentor; uma tampinha; uma bisnaga de massa consistente; um rolo de papel higiénico.
Ferramentas:
Um alicate; uma chave de fendas; uma chave inglesa
e paciência e persistência q. b.
terça-feira, 12 de junho de 2007
Tirar a Cortiça
A formatação voltou e, com ela, a possibilidade de colar fotografias.
Hoje o que falta mesmo é inspiração.
Então vou contar: Na 4ª-feira, dia 6, fui ajudar um mestre a tirar cortiça.
Quando o sobreiro atinge cerca de 22 cm de diâmetro (70 cm de perímetro) ou mais, pode-se
tirar a cortiça em toda a extensão que tenha essa grossura. A primeira cortiça que se tira é chamada 'virgem' e tem pouco valor económico. Tirar a primeira vez a cortiça diz-se 'amansar o sobreiro'. Ao fim de nove anos, geralmente, pode tirar-se de novo a cortiça, esta chama-se 'mansa' e tem um valor apreciável.A cortiça só pode ser tirada se a árvore estiver viçosa o suficiente para largar a casca sem estragar o entrecasco interior, o que ocorre no início do Verão.
Os mestres tiradores de cortiça têm um cuidado especial em não ferir essa camada interior para não estragar a árvore.

No Domingo, dia 10, amansei o sobreiro junto ao poço da Fonte Ferrenha. Está bonita?
Agora é necessário pintar um '7' em cada árvore para indicar o ano em que a cortiça foi tirada, pois só daqui a nove anos se pode voltar a tirar.
segunda-feira, 11 de junho de 2007
10 Iludido
Alguém é capaz de me dar uma ajuda.
sexta-feira, 25 de maio de 2007
Seu Nome era: José Manuel
Chamava-se apenas José Manuel.
Aliás chamavam-lhe Zé Moleirinho, para o destinguir do seu Pai a quem chamavam José Moleiro e esse, sim, pelos vistos, era mesmo moleiro de moinho de vento:
Chamo-me José Manuel
Mas que triste sorte a minha
Chamam-me José Moleirinho
Mas eu nunca fiz farinha.
sexta-feira, 18 de maio de 2007
As Gerações Anterior e a Actual
Estava cega há meia dúzia de anos, ia quase nos 97.
É uma geração que termina. Uma geração que sobreviveu a duas guerras mundiais, que passou dificuldades, privações, ... trabalhos!
Uma geração que, com as suas limitações, conseguiu transmitir a Fé à geração seguinte.
Hoje não haverá tantas privações, mas a transmissão da Fé às gerações seguintes não estará mais facilitada. O individualismo e a autosuficiência parecem colocar o homem como o deus de si próprio e o homem parece gostar e querer acreditar nisso.
De facto não haverá maior dignidade do que reconhecer-se, a si e aos outros, como Filhos de Deus.
Mas devemos reconhecê-LO como Criador e Pai.
quinta-feira, 17 de maio de 2007
Um Furo de Água Fresca: A Tenacidade
Ele tinha 84 anos.
O quintal, nas traseiras do apartamento, era pequeno, talvez uns 25 m2. De início, para além do tanque de lavar a roupa e dos estendais, ainda tinha os vasos de flores da Ti'Piedade, um limoeiro, cebolas, alface, tomateiras, as couves do caldo verde e umas pezeiras de salsa e hortelã. No muro de tijolo, ao fundo, que suporta as terras, fez uns buracos onde plantou umas vides que depois armou em parreiras, que dão sombra para o quintal e uvas deliciosas. Depois fez o furo, o forno, a oficina, acimentou a maior parte do chão e fez um muro a desenhar um canteiro onde pouco mais ficou, para além dos vasos, que as couves do caldo verde, a salsa, a hortelã e o chá da bela-luísa (lúcia-lima).
Mas o que gostava mesmo, era de contar como ele fez o furo, pois demonstra a sua paciência, persistência, resistência, habilidade e inteligência. Fê-lo sozinho, durante meses, com cerca de sete metros de profundidade.
O furo foi feito no canto do lado direito. O solo é de argila vermelha pesada e compacta. As ferramentas foram feitas com varas de eucalipto e canas, com encaixes resistentes para poder trabalhar no fundo do furo, mas fáceis de desengatar para poderem ser desmontadas, ao serem retiradas. Uma tinha na ponta uma lâmina em ferro para furar e cavar. Outra era redonda para manter o furo circular e à mesma largura. A que tirava a terra era a mais complicada: Cortou um farolim de motorizada ao meio. Fixou essas metades num eixo na ponta duma vara, ligadas por uma mola, como duas mãos viradas uma para a outra. Um dispositivo, acionado por um fio, destrancava a mola e fazia com que as metades se fechassem. Abria as duas metades antes de as introduzir no furo, quando chegava ao fundo puchava o fio para destrancar a mola e apanhava um punhado de terra, que puchava para fora. Por cima da cabeça tinha um suporte que servia de guia às varas que constituiam os cabos das ferramentas. O furo foi ganhando cada vez mais água e dificultando cada vez mais a tiragem da terra. Comprou tubo, com cerca de 20 cm de diâmetro, e entubou-o até ao fundo. Na parte superior fez um gargalo em pedra e cimento, com tampa de metal que ele fez. Colocou-lhe por cima uma roldana e mandou fazer um balde cilíndrico com válvula no fundo, que enche em contacto com a água.
Orgulhava-se de dizer que era uma água boa e fresca...
Melhor que a da torneira!
quarta-feira, 16 de maio de 2007
Para mais tarde recordar: Uma Vida Cheia

Data de Nascimento: 21-11-1908 (F.17-03-2007)
Local de nascimento: Sítio do Semedeiro
Freguesia: São Bartolomeu de Messines
Concelho: Silves
Principal actividade, Agricultor: Cerca de 10 hectares entre regadio e sequeiro. Chegou a produzir cerca de 650 arrobas de milho de regadio, por ano (cerca de 10.000 kg). Fazia, sobretudo, agricultura de subsistência: Trigo, batatas, cebolas, alhos, feijão, grão-de-bico, azeite, vinho, cevada, aveia, centeio, tomate, melancia e melão, hortaliças, alfarroba, amendoim, forragens para criação de animais, laranjeiras, sobreiros e eucaliptos. Criava vacas, porcos, burros, mulas, galinhas, coelhos, patos, cães, pombos, etc.
Era um enxertador habilidoso: Raro era o enxerto que não pegava. Tinha formas de enxertar, de anilha, por exemplo, que não veêm nos compêndios da universidade. De cabeça, fazia as contas primeiro que os outros com papel e lápis.
Gostava de caçar a lebre, o coelho, a perdiz, a rola, o melro, etc., com espingarda e esparrela, laço, rede, ratoeira feitos por ele.
Às vezes ia à pesca à Ribeira (de Arade) com covo (que ele próprio fazia), anzol, rede ou tresmalho, e pescava o robalo, a enguia, o achigã e a carpa.
No ano que a Barragem (do Funcho) encheu fez uma jangada com quatro bidões.
Trabalhava a madeira desde a serração à carpintaria: Fez o próprio banco de carpinteiro, portas, janelas, carros de bestas, carros de mão, mesas, cadeiras, armários, camas e ferramentas diversas.
Gostava de trabalhar com metais, sobretudo a fazer ferramentas.
Trabalhava como pedreiro: Ajudou o seu pai a fazer, em taipa, a casa onde com ele viveu e depois, quando casou, fez, igualmente em taipa, a sua própria casa: com sala de entrada, sala de estar, quatro quartos, cozinha, casa de banho e os anexos: celeiro, alpendre, palheiro e currais dos animais, desde os alicerces até ao telhado. Fez o forno do pão. Fez a eira e o poço e empedrou-os. Fez a mina em frente de casa. Fez o poço da várzea, com mina, empedrou-o e fez a casa para o motor e a casa da várzea. Fez a canalização subterrânea na várzea e os tanques para lavar a roupa. Tinha uma pequena barragem na encosta para as águas sanitárias de casa.
Chegou a ir vender aguardente de medronho, com uma besta, ao Alentejo, onde foi vários anos à ceifa. Já depois dos 70 anos, quando deixou de ter animais de carga, tirou a carta de motorizada e conduzia um triciclo a motor que os filhos lhe ofereceram. Com 80 e tal, quando foram viver para Messines, ainda fez sozinho o furo, no quintal, cuja água fresca ele preferia, o forno do pão, e a casita da oficina onde ele passava horas a fazer miniaturas de alfaias agrícolas e a esculpir a cortiça. Também era frequente encontrá-lo a ler os seus livros de meditação e de orações que ele relia desde a juventude. Na Missa do Domingo era fácil encontrá-lo na Igreja, bastava procurar a cabeça mais branquinha.
Foi emigrante, pouco tempo, em França.
Foi casado com a Ti'Piedade com quem festejou os 67 anos de casados. Tiveram cinco filhos, dois rapazes e três raparigas, para além de dois gémeos que não sobreviveram.
Sobreviveu dezoito meses à viuvez. Nesse tempo, em Faro, ainda fez um banco de carpinteiro, uma cadeira com assento tecido em cordel, uma mesa para o grelhador forrada a inox, várias ferramentas e ajudou a fazer a casota do cão. Aprendeu a utilizar o telemóvel.
Poema de Vida: Um Testemunho.
aqui fica o poema da Ti Ti ao Ti' Zé Moleiro:
Vivendo
Viveu com intensidade
Amou a todos
Sofrendo
As exigências e a saudade
Falou com sabedoria
Sorriu com paz e alegria
Trabalhou sem se queixar
Foi generoso no dar
Foi aceitando a mudança
Com um sorriso de Esperança
Deixou-nos como
Herança
Além de muita saudade
A Paz e a Serenidade
( Ti Ti, 18-03-2007 )
sexta-feira, 11 de maio de 2007
Uma Recordação. Um Símbolo.

quarta-feira, 18 de abril de 2007
O Ti' Zé Moleiro - Recordar a Partida

Desde que a minha mãe morreu, já lá vão mais de 40 anos, e o meu irmão Nuno, 20 e tal, nunca uma morte me tinha custado tanto. Tinha-me convencido que estava 'vacinado' contra este tipo de sofrimento. Enganei-me!
Durante uns dias fiquei atordoado. Apanhou-me de surpresa. Sempre pensava que ainda duraria mais uns mesitos.
Ia fazer 99 lá para os finais do ano: a 21 de Novembro. Mesmo assim sempre pensei que se aguentaria mais uns mesitos: Achei demasiado cedo!
"Já os enganei sem querer", dizia ele quando o visitei no hospital com a Rosália e a Marta naquela última 6ª-feira à noite. "Perguntaram-me quando fazia anos e devia-lhes ter dito 14 de Outubro, como está no Bilhete de Identidade". A sua atenção e lucidez não deixavam dúvidas. (Normalmente os pais registavam as crianças mais tarde para não pagarem multa, nunca percebi aquela troca de datas).
A Rosália ajudou-o a jantar: Uma colher a seguir à outra... "Estás com pressa?" Perguntou ele com ar de riso, com um sentido de humor que desconcertava.
A sobremesa parecia um poré de maçã e a Rosália perguntou-lhe se estava boa: "Está doce!" Referiu ele, embora, por causa dos diabetes, sempre seria pouco o açúcar. A Marta levava-lhe umas florzitas do campo. Pegou nelas cheirou-as e reconheceu-as, mas disse que o pessoal do hospital podia não as querer ali. A Marta acabou por pendurar uma ao seu lado, no leito da cama.
A Enfermeira de serviço entrou e perguntou se já tinha jantado, puxou-o mais para a cabeceira e levantou mais as costas. Depois foi buscar um aparelho para medir a tensão. Primeiro ligou-o só ao dedo, depois uma braçadeira acima do cotovelo e depois ligou ainda três eléctrodos no peito. Comentou que estava um pouco irregular. Saiu e voltou com uma espécie de penso que colocou no peito. Disse que era para estabilizar a pulsação. Como ele estava com oxigénio eu perguntei à enfermeira, se ele ficasse melhor, não iria sentir a falta do oxigénio se fosse desligado. Ela explicou que nesse caso o oxigénio é reduzido lentamente ao longo de vários dias. Disse que ele estava com 4 litros de O2 por minuto.
Entretanto a hora da visita tinha chegado ao fim e já não se viam por ali outras visitas.
As despedidas são sempre um até amanhã e eu estava convencido disso!
Mesmo assim voltei atrás para me despedir de novo: "Até amanhã e uma noite descansada!..." Apeteceu-me beijar-lhe a mão, mas acariciei-lha apenas!
Recordo a sua Sabedoria. O seu sentido de Justiça. A sua atenção aos outros. A sua habilidade para trabalhar a madeira e o ferro e a sua inteligência. A sua criatividade. A sua Fé e as suas leituras. A maneira como jogava os três setes. Como sorria...!
sexta-feira, 13 de abril de 2007
(H)À´ Procura. O Ser Humano esse Mi(ni)stério.

E, à luz da Fé, apenas se alargam os horizontes do mistério.
O Homem, criado por Deus para ser feliz, encontra-se perante si mesmo e conhece-se, na relação e no confronto com os outros. É uma parte si mesmo, a tentar perceber o todo das suas partes.
O Homem sente-se um ser único, mas constituído por partes (in)distintas. O seu corpo, a parte material, parece estar unicamente programada (geneticamente) para a subsistência e para a sobrevivência individual e da espécie. Está programado para se defender e para cuidar de si: É o seu lado egocêntrico, egoísta, material. Mas a sua realização, ao nível da felicidade interior, baseia-se na relação que estabelece com os que o rodeiam e, sobretudo, na medida em que consegue gerar felicidade à sua volta. Este seu lado espiritual entra frequentemente em conflito com a sua tendência natural para o egoísmo.
Entre estas duas forças uma terceira surge como a servir de árbitro, de bitola, de fiel da balança: A Vontade!
A Vontade é o elo de ligação que harmoniza as suas forças interiores contraditórias. É como se fosse uma terceira parte que dá sentido, realização e felicidade às outras.
Cristo faz-nos a Sua proposta de Felicidade, na Sua comunhão com o Pai, ensina-nos a rezar:
Pai, que a minha vontade seja fazer a tua Vontade.
terça-feira, 10 de abril de 2007
Ressurreição: Mistério de Fé.(*)

terça-feira, 3 de abril de 2007
A propósito de Astronomia
Esta forma de marcar o Domingo de Páscoa, recorda a saída -- Páscoa -- do Povo Hebreu do Egipto, em que Moisés escolheu a data da 1ª Lua Cheia, depois do início da Primavera, quando não havia ainda muito calor, para se poderem deslocar também de noite, e, digo eu, para aproveitarem as marés vivas da Primavera.
Páscoa continua a ser passagem: Passagem da escravidão a que nos submetemos, à Vida de libertação e de realização que nos é oferecida por Cristo:
É a Páscoa da Ressurreição!
sexta-feira, 16 de março de 2007
Astronomia

Ultimamente as minhas delícias têm sido, ao cair da noite, ver a passagem dos satélites, prever a sua passagem e saber o nome do satélite que se observa.
Para isso, procuro os horários de passagem dos satélites Aqui . Aliás, onde registo cada observação. Este site foi-me sugerido pelo Obsevartório Astonómico Nacional .
Nestes dias Vénus tem sido bem visível, logo ao pôr do Sol, bem acima do horizonte: O Planeta mais brilhante. Logo a seguir aparece Sirius , bem alta, na direcção do Sul. Com a sua magnitude de -1.44 é a Estrela mais brilhante. Depois, à sua direita aparece a Constelação de Órion com os 'Três Reis Magos' ao centro. Mais à esquerda e mais alto surge Saturno exibindo os seus anéis que seria interessante observar (se não me tivessem roubado o telescópio).
quarta-feira, 14 de março de 2007
A Felicidade na Família

Isto é um trabalho para casa. E é para todos!
Conferência sobre a Família, em Loulé, da Drª Helena Marujo.
Fomentar o bom humor. Criar boa disposição; Ser alegre; Contar anedotas; Dar umas boas gargalhadas: Aumenta o bem-estar na Família.
A Felicidade acrescenta a longevidade em dez anos.
Helena Marujo
sexta-feira, 9 de março de 2007
Com Sumo
Seco! Sem sumo.
Consumo?! Também não!
Nem para consumir...
Hoje, apenas me consumo!
quarta-feira, 7 de março de 2007
Realização no dar

quinta-feira, 1 de março de 2007
segunda-feira, 26 de fevereiro de 2007
A Liberdade
O exercício da minha Liberdade coloca o meu ser em interferência com o que me rodeia: as coisas, os Outros e Deus.
É pela inteligência que reconheço a minha Liberdade e é pela inteligência que ela deve ser conduzida. A Liberdade integra a dignidade da pessoa. O exercício da Liberdade tem em vista o bem da pessoa, e do que a rodeia. Quando nos deixamos dominar por um impulso não controlado pela Liberdade consciente, perdemos no uso da nossa Liberdade.
A Liberdade tem em vista o Bem próprio, em equilíbrio com o Bem dos Outros.
A Santidade a que somos chamados por Deus, está relacionada com o melhor uso que fazemos da nossa Liberdade.
"Saibam que todas as vezes que fizeram ...,
foi a mim que o fizeram. "(Mt.25,40)
sexta-feira, 23 de fevereiro de 2007
Para a Quaresma e para a Vida
quinta-feira, 22 de fevereiro de 2007
Aproveitameno do calor da água do esgoto.

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2007
Madeira: Jardim de Flores

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2007
10-Abafei

As promessas de que haveria aconselhamento,
período de reflexão,
consultas multidisciplinares de psicólogos, assistentes sociais, médicos, etc.,
foram promessa intencionalmente falsas,
foram mentiras,
foram falsidades,
foram desonestidades,
manhosos,
...
Para arranjar mais uns votos no 'sim' do referendo
o PS foi mentiroso, falso, desonesto.
Por mim basta: Não será tão depressa que terão o meu voto.
Quem alicia e tão depressa se desdiz,
perde o respeito e a confiança do eleitorado...
Passem bem!
sexta-feira, 16 de fevereiro de 2007
quinta-feira, 15 de fevereiro de 2007
quarta-feira, 14 de fevereiro de 2007
Cala frio

Em cada manhã há um convite à vida.
A luz dá inicio a um novo dia.
Em cada gota de orvalho há um raio de esperança.
E há laços que se propõem.
Cada dia é um dia ou se aproveita ou se perde.





